Maranhão sem governo: um Estado de coisas!

Roseana Sarney, governadora deste estado de coisas!

Mais uma barbaridade!;  as  investigações não descobrem os assassinos!; assessore do TJ são presos por suborno! Manchetes como estas, dentre tantas,  já são corriqueiras no Maranhão, a população  parece já acostumada com este estado de coisas.

Assassinaram o jornalista Décio Sá, mataram o líder camponês Cabeça, em Buriticupu; já tinham assassinado o líder quilombola Flaviano;  eliminaram o policial João de Jesus… tem mais gente ameaçada,  e por aí vai.

E aí, como é que fica?  São tantos os sinistros que a situação já parece fora de controle. 

A sensação é de que o Maranhão é um estado  sem governo. Nunca por aqui se teve tantos “governadores” para, entre tantos, não ter Governo.

Em cinco décadas de mandonismo familiar, nesse nível de perversão dos valores democráticos e republicanos que assistimos todos os dias,  repetidamente, saltando aos olhos até dos mais desatentos, as instituições já sucumbiram a quaisquer dos princípios virtuosos que se poderia imaginar  numa república.

Estão todas comprometidas, corroídas, os poderes neste estado já não funcionam, as autoridades já não têm mais credibilidade, chegamos a um quadro lastimável de coisas.

Basta lembrar dos fatos de repercussão nacional do último mês, nem precisa fazer um exercício maior de memória. Escândalo no executivo, no legislativo, e no Judiciário.

A violência solta, a pistolagem em plena atividade. O dinheiro público  escorrega a olhos vistos pelos privilégios dos poderes. A propina, o suborno viraram moeda corrente, oficiosa, nos gabinetes. As políticas públicas fracassaram. O estado, digo, o governo, já não se mostra capaz, e nem legítimo, parece nem mesmo saber o que fazer, ante tanto desmando e barbaridade!

Nessa marcha  acelerada, para onde vamos?

Se agora  a coisa parece ser mais aguda, há muito que a situação é beligerante e putrefata! 

E não poderia ser diferente, por  tanto tempo um só organismo servindo ao mesmo grupo, para ser bem funcionalista, seria natural que os órgãos  definhassem, perdendo suas funções, se confundido, na maioria das vezes,  com seu próprio parasita.

É um quadro de absoluta preocupação. As instituições federais  – e a sociedade -devem começar a olhar com atenção para este estado de coisas!!

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